domingo, 31 de janeiro de 2010

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Será que devo levar em consideração a curiosidade ter matado o gato...
ou
a morte ter matado uma das maiores curiosidades que alguém poderia ter?








(Mesmo que o gato não
fosse consciente da morte...
e quem será que realmente é?)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

.sem, zen.


E é estranho.

Porque extrañote.
É.

E por ser estranho não é assim tão banal...
Talvez por isso que abale.
E quando você não sabe de muita coisa.
muita coisa te impressiona.
Mas nem tudo que late morde, não é assim?!
(Latido.)
Sem mordidas mais.

Na maioria das vezes é assim... não vou falar que sempre é, por que o sempre
é um 'grande desconhecido'.
Mas a gente aprende e ensina mesmo sem saber.
Sem saber ensinar ou sem saber que está ensinando.

E que bom que tudo se resume em momentos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

.pensei?.


Eu pensei: 'por que fiz essa página virtual?'
Eu pensei: 'por que simplesmente não continuei a escrever
em folhas soltas? palavras soltas, que só eu podia ler! (quando achava as folhas) '
Eu pensei: 'por que essa gana de expressar-me?'
Eu pensei: 'por que agora e aqui?'

E eu pensei que eu só pensei em perguntas. (opá, agora não!)

Em verdade, acredito que quando escrevo é como se eu organizasse meus pensamentos...
E tudo bem que seja aqui...
Além do mais, apesar de nunca ter pensado em fazer um blog, na primeira oportunidade que pensei o fiz.
E talvez algum dia pegarei parte das folhas escritas (as que eu encontrar, óbvio) e postarei aqui...
Mas continuo sem saber o porquê de me expressar aqui...
Vontade de ser lida? (Pensando que assim estou sendo escutada?)
Ei, mas o importante não é ser sentida?
Assim... quando alguém realmente se interessa pelo que é falado.
A gente se sente 'confortada', né?!
E eu não sei se alguém vai se interessar por isso aqui... mas eu estou achando interessante... estou me interessando e isso é o que interessa, me conforto com isso, minha opinião é válida para mim.

As pessoas podem estar conversando no msn sobre a festa da noite anterior e com essa janela aberta só por que a inércia não permitiu uma atitude de fechá-la,
mas... eu não me importo, eu pensei... me interessei em escrever e o fiz.

É assim mesmo...
pensando que se chega em algum lugar.