segunda-feira, 31 de maio de 2010

.borboletas no estômago?.


Quando a gente fala de borboletas muitas coisas podem vir a cabeça.
Suas lindas cores, seu vôo extraordinário, sua leveza capaz de pôr em dúvida a gravidade (eu digo isso de beija-flores também), mas as borboletas em especial transmitem algo sublime... já foram ovo, já foram lagarta, já viveram dentro de um casulo e agora estão por aí, encantando àqueles que reparam na importância desse ser de asas e anteninhas.
Beija-flor e borboleta, beija borboleta, flor de beijo, beijam flores e levam flores dentro de seus beijos para serem beijadas.
Mas quem estão no estômago são as borboletas (nessa hora não sei bem se benditas ou malditas).
Apenas borboletas... apenas um estômago resistente!
Cores para encantar,
asas para transcender,
antenas para captar, necessárias antenas...
Muitas coisas vêm à mente se tratando de borboletas, inclusive além daquelas que
eu já havia me habituado a associar, me vem uma outra coisa,
não a coisa em si, mas a coisa em ti.
Existem braços e não asas,
beijos e não flores,
desejos e não amores,
existem alucinações e não explicações,
existem ventos e movimentos
e inquietações também,
talvez ai se encontrem as borboletas... nessa mescla de cores jogadas
em uma tela branca, mas não vazia.


(Sem enfatizar nada hoje. Quem sabe muito sutilmente?!.)





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