sábado, 12 de junho de 2010

.palavras soltas.

Eu falei que não gostava tanto de falar de mim ,
ou melhor...
o que disse sobre mim era que não gostava de falar muito sobre mim mesma, mas sendo assim já falei!


Então eu avisei que calejada não era sinônimo de áspera,
porém de resistente.
Nem sempre o que a gente ouve é o que a pessoa diz,
nem sempre o que a gente entende é o que o outro quis transmitir.
As conclusões são nossas.
E os encontros e desencontros são naturais,
sobrenatural é não participar deles.
Eles acontecem a todo momento por aí.
Desespero não há de ter.
Nada do que é humano me pode ser alheio.
E as decisões são nossas.
Não é preciso voltar atrás é só estar de braços abertos para o que há de vir.
E pode vir algo que já foi, porque reencontros também são naturais,
sobrenatural é não acreditar neles.
Por isso é legal se despedir de maneira leve.
Pode ser que quando a gente menos espere eles aconteçam (pode não ser), só dúvido um pouco que seja na hora planejada (pra quem é metódico o Tempo pode não ser um aliado).
É deixar fluir, tomar direção...
É vento, é fugaz e sagaz.
Entre o caminho e o caminhar...
entre pelo caminho,
caminho entrando em espaços desconhecidos,
reconheço caminhos passados,
às vezes desconheço passos que pelo caminho ficaram...


Mas tudo complementa,
integra o integral do qual também somos apenas integrantes (intrigantes).
E se leva de cada ser o que de melhor ele pode ter nos transmitido,
para não ser mais efêmero do que o necessário,
isso inclui o campo das idéias, o campo físico,
isso inclui o campeonato todo
preliminares,
quartas,
semi,
final.
Inclusive
eliminatórias
e amistosos.


Além do mais herméticos, de alguma maneira, todos somos.

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