sábado, 7 de agosto de 2010

.riso ou mudança de consoantes - navegando sob o céu ou voando sobre o mar.

E pode ser ponte ou muro,
barrar ou dar acesso.
Eu não consigo captar intenções.
Talvez me perca na minha (im)própria.
Um sorriso ou um piscar de olhos ?
E em um piscar de olhos eu posso perder a visão de um sorriso.
E pensar que ele não aconteceu,
ou não pensar nele,
apenas por eu não ter o visto.

Um risco entre a palavra pode ser eliminação.
Um risco em baixo pode ser enfatização.
Um risco sem 'c' fala mais do que palavras mudas.
Um riso quase invertido pode encantar mais do que múltiplas cantigas.


Eu traço objetivos e quando percebo as traças os traçaram (quem sabe antes de mim).
Eu passo um traço, mas não risco.
Às vezes arrisco e não petisco,
e às vezes petisco e não sacio minha fome.
Mas como às vezes não é sempre,
mas como às vezes não é nunca,
às vezes esta de bom tamanho.
Às vezes talvez seja meu tempo predileto. Mas por vezes não me acompanha.
Como naquela tal vez que talvez tenha sido a melhor.


Por falar em qualidade a idade não a mede,
seu termômetro é outro.
Em falar por quantidade,
a balança esta fechada para balanço.
E quanto pesa uma balança? Mais do que seu próprio peso, penso eu.
O que balança uma balança? Mais vento do que ela pode pesar, eu penso.


Eu peso.
Eu peço.
Eu penso.
Eu peco.

Eu peço falando, eu penso falando, eu peco falando e talvez não pese o que falo.
E não pesando... se é leve ou não, não sei, se você releva ou não, não sei.
O que?
O 'quê' do queijo pode sair e virar beijo.







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