quarta-feira, 31 de agosto de 2011

.fé.

  Agora que passou da meia-noite, posso falar com autoridade de quem passou pelo mês de agosto, não ilesa, mas passou. Um mês de altos e baixos em todas as esferas cotidianas. O sentimento a flor da pele, a pele ferida pelos espinhos da flor, a Vida acontecendo independente do clima. Um mês de luta e recompensa... setembro chega com o requisito de mês da primavera, primavera essa que traz flores e em consequência espinhos, assim como o mês de agosto.
  Posso falar da experiência de quem começa setembro encarando uma das coisas de que mais sentia medo. Que o medo não se faça tão escuro quanto um breu, mas a luz interior nos socorra. Muitos meses passaram até chegar no dia de hoje e amanhã é um dia novo, tendo hoje passado. Não mais caracterizarei algo que se faz indizível. (Não invisível) Então que se veja com os olhos da alma.
 Não pensemos no amanhã e nem no ontem, evitemos pensar sobre o que não podemos explicar...
Apenas tenhamos Fé. Nós  realmente queremos explicar tudo, entender tudo. Assim nos crendo mais inteligentes, mais intelectualizados, mas sermos assim não faz de nós mais do que simples humanos, sejamos mais... sejamos verdadeiramente felizes. Obtendo o que não se vê, o que não se explica: a Fé. 

Fé e tempo ao tempo, ao tempo, ao tempo...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

.pois é...

Hoje eu não consigo muito bem enxegar o lado bom. Isso talvez fosse um dom que me faria melhor. Um grão de areia, grãos de areia, dunas. E um assunto virou uma discussão. Porque as palavras não foram encaixadas nos lugares que as dariam leveza, mas somos nós que damos o peso para elas. A harmonia do momento foi quebrada como quando se quebra o silêncio. Meus olhos embaçaram. As águas não estão mais cristalinas.
Deus em mim. Deus em ti. Deus em nós. Conosco. Permanente e incessante. Fortaleza. Os dias se sucedem por Sua vontade e eu tenho confiado cada vez mais nisso. Os meus sentidos já me parecem falhos. Eles enganam, talvez porque dependem do que eu alcanço com eles. E a nossa interpretação diante das coisas deixa a desejar.